O criacionismo.
“Quando Deus iniciou a
criação do céu da terra, a terra era deserta e vazia [...] e Deus disse: ‘Que a
luz seja!’ E a luz veio a ser. Houve uma tarde, houve uma manhã: primeiro dia.
Deus disse: ‘Que haja um
firmamento no meio das águas, e que ele separe as águas das águas! ‘[...] Deus
chamou o firmamento de “céu”. Houve uma tarde, houve uma manhã: segundo dia.
Deus disse: ‘Que as
águas inferiores ao céu se juntem em um só lugar e que apareça o continente!’
[...] Deus disse: ‘Que a terra se cubra de verdura, de erva que produza a sua
semente e de árvores frutíferas que, segundo sua espécie, produzam sobre a
terra frutos contendo em si sua semente!’ [...] Houve uma tarde, houve uma
manhã: terceiro dia.
Deus disse: ‘Que hajas
luminares no firmamento do céu para separar o dia da noite [...] Houve uma
tarde, houve uma manhã: quarto dia.
Deus disse: ‘Que as
águas pululem de exames de seres vivos e que o pássaro voe acima da terra em
face do firmamento do céu. [...] Houve uma tarde, houve uma manhã: quinto dia.
Deus disse: ‘Que a terra
produza seres vivos segundo a sua espécie. [...] Deus disse: ‘Façamos o homem a
nossa imagem, segundo a nossa semelhança. [....] Deus criou a sua imagem, [...]
criou-os macho e fêmea: sexto dia. [...]
Deus abençoou o sétimo
dia e o consagrou, pois tinha cessado, neste dia, toda a obra que ele, Deus,
havia criado pela sua ação.”
Gêneses 1.2. Bíblia: tradução
ecumênica. São Paulo: Loyola, 1994.p.24-26.
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